Fratura de úmero….

Nosso corpo é impressionante e minha conclusão é que realmente ele não foi feito para ficar parado. Bom, vou falar aqui de uma experiência pela qual passei, um tema que gostaria que fosse mais discutido na internet.

Acho que todo mundo já escutou sobre alguém que já quebrou algo, mas só quando você passa por algo assim você vê que realmente não é fácil (principalmente de acordo com o tratamento que se segue). O objetivo desse site não é recomendar tratamentos, mas sim compartilhar etapas pelas quais passei para que as pessoas tenham mais claro esse processo e possam buscar médicos que as oriente. Os pontos aqui são referentes a uma fratura do úmero, onde comecei com tratamento convencional (sem cirurgia) e depois mudei para o tratamento cirúrgico. Sempre que possível vou inserir o respectivo termo em inglês.

1-Tratamento conservador (sem cirurgia) x Tratamento não conservador (cirurgia)

Essa é a principal decisão. Procurando inicialmente na internet, vi muitos textos falando que fraturas de úmero podem ser tratadas das duas maneiras e que normalmente são tratadas com sucesso pelo método conservador. Os dois primeiros médicos que fui optaram pelo tratamento convencional, então lá fui eu pelo tratamento convencional. Por mais que o úmero não seja uma articulação e fale-se que o mais comum é o tratamento conservador, depois entendi que depende muito do tipo de fratura, algo que sites na internet não conseguirão analisar. Cheguei a escutar de um médico que a decisão de operar ou não é do paciente, depende do paciente “aguentar o incômodo do gesso”, sem explicar quais são todas as implicações de um tratamento convencional e falando que praticamente tudo que eu reportava a cada consulta é normal. Não fiz faculdade de medicina, nem especialização em ortopedia de ombro e cotovelo, na minha opinião no caso de fraturas a decisão de operar ou não é do médico, o paciente pode até não querer operar mas o médico tem que falar o que é melhor. Abaixo descrevo as etapas do meu processo:

2-Etapas do “tratamento” inicial

Abaixo apresento na ordem as etapas do “tratamento inicial”, depois o tratamento pelo qual passei.

2.1-Redução fechada da fratura

Após as primeiras chapas, os médicos com os quais falava decidiam que o melhor seria operar, mas então o chefe de ortopedia do hospital para o qual fui transferido decidiu fazer uma redução fechada e seguir com o tratamento convencional. A redução fechada consiste na aproximação dos ossos por manipulação pelo ortopedista com uso de anestesia (bloqueio/geral), mas não há cirurgia. Fiz esse procedimento 2 dias depois da fratura. Um ponto importante que fala-se na internet, é que caso haja lesão do nervo radial, esse procedimento não é recomendado. Esse nervo controla parte do movimento e sensibilidade da mão (médicos sempre pedem para você levantar o polegar para ver se houve lesão de movimento do radial). Assim, caso antes do procedimento você não tivesse nenhum desses problemas e depois sim, existe a possibilidade da redução fechada gerar esse impacto no nervo radial.

2.2-Gesso pendente (hanging plaster cast)

Ainda sedado, após a redução fechada da fratura, colocaram um gesso pendente no meu braço. Esse é um gesso realmente muuuuuito pesado que vai do ombro até a mão, o propósito que me foi explicado é fazer tração para alinhar os ossos e que o úmero permite uma consolidação mesmo com um pequeno desalinhamento dos ossos. Pode ter certeza que ficar com esse gesso é um caos, na primeira semana se sente muuuita dor no trapézio por carregar algo tão pesado, o gesso incomoda a barriga, fora todos os desconfortos normais de um gesso (ex.: sensações alternantes de inchaço, frio, quente). Outro ponto é que dormir é praticamente impossível, abaixo falo mais sobre o desafio de dormir. Procurando então na internet, vi vários lugares que falam que esse gesso é uma opção de tratamento. No entanto, mais tarde vim a escutar de outros médicos que esse é um tratamento de 30 anos atrás. Mais tarde ainda escutei de um médico que foi comprovado que por mais que esse tratamento tente alinhar os ossos, ele afasta os mesmos, então não deveria ser usado, o que é descrito no seguinte link http://www.fotosantesedepois.com/ortopedia-fraturas-do-umero-cotovelo-antebraco-e-olecrano/. Consegui achar que essa técnica foi criada em novembro de 1941 (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1385989/). No meu caso, bati chapas durante 4 semanas e não houve um maior alinhamento dos ossos além do já conseguido na redução.

2.3-Brace ou tutor de úmero

O raio x é a técnica usada para controle de fraturas de úmero e o meu ortopedista falava que com gesso é difícil confirmar se já tinha calo ósseo. O plano do médico na época era colocar um brace e uma tipoia, mas como meu braço estava crepitando, ele postergou o brace. Mas com quase 1 mês de gesso, ainda crepitando, o médico indicou retirar o gesso e colocar o brace. O brace corresponde a órtese para o úmero, como mencionei acima, ele tem a grande vantagem de permitir o movimento do cotovelo. Meu ponto de atenção aqui é como colocar o brace e qual o tamanho do brace a ser usado. Vi na internet que o uso do brace não se popularizou tanto por causa do seu preço (em torno de R$ 250), e talvez por isso existam ortopedistas e hospitais que por mais que indiquem seu uso, não sabem colocá-lo corretamente, por isso, mais uma vez a escolha do médico é muito importante. No meu caso, comprei um brace M, quando colocaram no meu braço, o ortopedista achou pequeno e me fizeram trocar por um G. Indo em outro médico, entendi que o G era muito grande, porque na verdade tinham colocado o brace de forma errada no meu braço… Não é nem um pouco difícil de colocar o brace no braço, um amigo ou familiar consegue colocar e tirar, mas precisa de um pequeno direcionamento inicial de alguém conheça o brace.

3-Desafios do “tratamento” inicial (gesso)

3.1-Dormir

Escutei informações alternadas de médicos sobre poder dormir deitado ou ter que dormir sentado. Como é muito difícil dormir sentado e o médico tinha falado que podia deitar um pouco, acabei deitando inclinado. No início não tive problema, mas depois comecei a sentir crepitar, o que te deixa realmente stressado. Para quem não sabe, crepitar, é quando uma parte do osso esbarra no outro osso. Depois que o crepitar fica mais constante, não tem jeito, você começa a abstrair e não stressar toda hora… Mais que uma sensação de stress, o crepitar é um sinal de que ainda há mobilidade na sua fratura e que ainda falta tempo para chegar no calo ósseo. Mas voltando ao quesito dormir, minha conclusão é que no caso da minha fratura de úmero com tratamento convencional, precisava dormir sentado. Mas como dormir sentado ainda mais com um gesso super pesado? Quando meu médico falava que tinha que dormir sentado e que tinha que ficar com meu braço elevado para reduzir o edema, perguntava que posição ele propunha, a resposta era que eu tinha que encontrar a melhor posição para mim… Começou então as muuuuuitas tentativas, foram muitos arranjos de almofadas e travesseiros em sofás e poltronas e o que às vezes dava certo em uma noite (leia-se dar certo como permitir 3 horas de sono), na noite seguinte não dava mais certo, pois incomodava algum outro lugar do braço. Ficou um pouco melhor em uma poltrona estilo “poltrona do papai” que comprei, mas um problema não conseguia resolver que era o fato do pescoço cair para um lado e acordar com dor no pescoço, além de dores constantes na lombar. Tem gente que consegue dormir com aquelas almofadas de pescoço, mas eu não consigo… O resultado é que passei 1 mês dormindo a média de 4 horas por noite, onde algumas noites não dormia nada e às vezes conseguia dormir umas 6 horas, isso tudo te deixa muuuuuuuuuuuito cansado…

3.1.1-Apetrechos para dormir…

Procurei na internet alguns apetrechos para dormir sentado, a maior parte é vendida somente fora do país, mas não cheguei a comprá-los para testar então não sei se são bons, abaixo estão os links:

3.2-Algumas coisas que ajudam

Fato que no período de gesso, você depende muito de ajuda das pessoas para fazer tarefas básicas como tomar banho, cortar comida, colocação de almofadas para tentar encontrar uma posição para sentar ou tentar dormir, mas abaixo menciono algumas coisas que me ajudaram nesse período de gesso:

  • Tesoura escolar sem ponta: para abrir sozinho pacotes de biscoito etc
  • Shampoo para lavagem a seco: longe de proporcionar a sensação de uma ducha, mas como com gesso, lavar a cabeça não é muito simples, esse shampoo ajuda
  • Ar condicionado: para reduzir os desconfortos do gesso

4-Impactos do tratamento inicial

4.1-Nervo radial (radial nerve)

Vi começar com uma pequena perda de sensibilidade na parte superior do polegar (não consigo lembrar se foi logo após o procedimento de redução), já com o gesso pendente, com o passar dos dias comecei a sentir sensações diferentes quando chegava a noite: inicialmente senti um pinicar na mão e no polegar, depois começou uma sensação de ardência leve e depois a ardência foi ficando mais forte, dando a sensação de grande queimadura por sol, fazendo com que não conseguisse dormir. Mencionei todos esses sintomas para o médico que me tratava na época e sempre escutei “isso é normal, depois recupera” sem ele indicar que deveria fazer uma cirurgia. Questionei se existiam outros exames além de raios X de acompanhamento da fratura para serem feitos, mas o médico me disse que não. Como mencionei acima, acabei fazendo a cirurgia, quando abriram viram que o nervo radial estava colado na ponta do osso fraturado, preso pela fibrose (calo mole) produzida pelo organismo… Conclusão: ainda bem que fiz a cirurgia e o radial se recuperou.

4.2-Cotovelo rígido (elbow stiffness)

É impressionante, meu médico não me falou que no tratamento convencional isso aconteceria e que depois existe a chance de não recuperar todo o ângulo de movimento do cotovelo. Você precisa dessa mobilidade dentre outras coisas para levar o alimento até a boca. Aliás quanto mais tempo com o gesso, maior esse risco, por isso no tratamento convencional, existem médicos que recomendam a troca do gesso pelo brace de Sarmiento (também chamado de tutor de úmero), que imobiliza o úmero (não tanto quanto o gesso), mas tem a grande vantagem de permitir o movimento do cotovelo. Como li depois em um site na internet, deve-se curar a fratura sem impactar o cotovelo. No caso da cirurgia, logo depois da fratura, não deveria haver esse problema. Para quem quiser pesquisar, é muito usado o termo em inglês ROM (range of motion), fisioterapeutas medem com um transferidor o seu ROM de flexão e de extensão do cotovelo.

4.3-Ombro, punho e dedos

Por mais que eu considere o cotovelo o mais importante, o gesso também impacta seu ombro, punho e dedos, que também ficam mais duros e sem força. Punho e dedos até que se recuperam rápido, mas o ombro é outro que dá trabalho para recuperar a flexibilidade.

4.4-Edema

Assim que você tira o gesso, você vê que seu cotovelo e antebraço estão muuuuuuuuito inchados, ficar tanto tempo parado gera um grande edema. A sensação inicial é estranha, só de você segurar um pouco seu antebraço inchado com seu outro braço, formam-se sulcos dos seus dedos, seu braço parece massinha de modelar… Mas o ponto principal é que esse edema, além de pesar, impacta na mobilidade do seu braço e demora para regredir. Logo de cara, me assustaram com risco de trombose pelo inchaço, mas mantive o braço elevado e foi regredindo, fato que cada caso precisa ser analisado. Meu médico chegou a passar um remédio para afinar o sangue, mas não foi necessário seguir. Um ponto de atenção é que caso se opte por operar não deve-se estar sob efeito de remédios para afinar o sangue.

4.5-Dormir deitado

Após praticamente 1 mês dormindo sentado, suas costas se desacostumam a dormir deitado. É impressionante, como após passar um tempo deitado, suas costas começam a doer. Colocar travesseiro debaixo das pernas ajudou um pouco, mas mesmo assim, doeu. Bom é que depois de um tempo (umas 3 semanas) seu corpo se reacostuma e a dor passa.

 

5-O tratamento

Desde a fratura, tinha ido a três médicos que concordaram em seguir com o tratamento convencional. Então fui ao INSS fazer o exame do afastamento, foi quando o perito achou a fratura muito grande e sugeriu ir a outros médicos. Após um mês da fratura, realmente meu braço continuava crepitando e ardência da minha mão estava muito grande. Fui a outros dois médicos, ambos membros do comitê de ombro e cotovelo da minha cidade. Então mudei meu tratamento e decidi pela cirurgia.

5.1-Cirurgia

Uma cirurgia é um procedimento invasivo que muitas vezes demanda anestesia geral e sem dúvida tem seus respectivos riscos, mas em determinados casos precisa ser feito. Na minha opinião, vale buscar a opinião de diferentes médicos, entender claramente as vantagens e desvantagens de cada tratamento e seguir com um médico com o qual você consiga conversar (existem médicos que esquecem o lado humano…), que você tenha uma referência e no qual você sinta confiança. Existem diferentes técnicas de operação do úmero, algumas mais invasivas, outras menos, não vou entrar nesse detalhe, o médico estuda o caso e decide o que é melhor. Caso vá ser feita a operação e se tenha problemas de ATM, é importante citar para a anestesista.

No meu caso, apesar dos analgésicos, houve um pouco de dor nos dois primeiros dias, mas meu principal desconforto foi o enjoo, vale muito garantir que está se tomando um pantoprazol por dia para proteger seu estômago dos remédios.

5.2-Fisioterapia

Logo depois da cirurgia, quis logo começar a fisioterapia, afinal a ansiedade por ficar bom é muito grande, mas é importante entender que seu médico que irá dizer quando realmente pode ser iniciada a fisioterapia, pois por mais que a cirurgia fixe a fratura, é necessário formar o calo ósseo e depois calcificar para curar a fratura, o que leva um tempo. No meu caso, comecei fazendo uma fisioterapia leve em casa, só comecei com um profissional de fisioterapia 1 mês depois da cirurgia. No meu caso a fratura foi no úmero, mas devido ao meu período de imobilização a musculatura do ombro e da escápula foram impactados, então de repente é possível iniciar com um fisioterapeuta para que ele faça choques para fortalecer a musculatura do ombro e escápula, esse é um ponto que acho que vale conversar com seu médico, para ver se pode ser iniciado no 1o mês.

Fato é que depois de 1.5 meses parado, sua musculatura é muito reduzida e realmente tem que começar pegando bem leve para recuperar a força dos músculos, principalmente com o ombro (ex.: levantar o braço). Apesar de eu ter feito exercícios de levantar bem pouco o braço (não estou falando do antebraço), foi suficiente para não conseguir dormir a noite por dor no ombro. Passei uns dias poupando o ombro e só mexendo o antebraço, mas resolvi voltar dessa vez com exercícios isométricos somente (exercícios para fortalecer o músculo, mas sem movimentar a articulação).

Abaixo estão tipos de exercício de fisioterapia:

A fisioterapia em si dói, mas o fisioterapeuta indicado pelo meu médico é um bom profissional e me ajudou bastante. Mas é importante atentar para cada novo sintoma ou retrocesso que você sinta no seu corpo. Tive que mudar de fisioterapeuta devido a uma viagem e então comecei a sentir novamente o radial, ou seja, perda de sensibilidade no polegar, problema que não sentia há um mês e meio. Acredito que tenha sido pela colocação do Tens em ponto errado do braço que tenha gerado isso. Quando voltei na sessão seguinte de fisioterapia e expliquei que meu médico tinha pedido para parar o Tens daquela forma, a receptividade da fisioterapeuta não foi boa e falou que o que eu senti era bom (não sentir o dedo é bom??). Bom a conclusão é que você tem que prestar atenção em você, notar o que está te ajudando e ser firme.

5.2.1-Entendendo um pouco mais

Na ansiedade de ficar bom logo e querendo aprender mais, acabei comprando o software abaixo que permite que você veja como são os movimentos dos músculos do corpo: http://www.visiblebody.com/muscle_pc_overview/

5.2.2-Objetos para fisioterapia

  • É importante notar que nessa área de fisioterapia, nada é muito barato. Abaixo estou listando dois objetos que comprei:
  • Theraband: é uma banda elástica usada para fazer exercícios
  • Prohands: é um aparelho que ajuda a recuperar a força dos seus dedos
  • Goniômetro: Tinha visto no Youtube alguns vídeos de fora de fisioterapeutas, onde sempre se media o ROM (Range of Motion) da articulação, no meu caso o cotovelo. Depois descobri que o nome do objeto que é usado para fazer essas medidas é o goniômetro. Chegaram a me dizer que não vale a pena ficar medindo, mas como o processo de ganho de amplitude do cotovelo é aos poucos. Encontrei diferentes lojas brasileiras na internet que vendem o goniômetro e comprei. Cheguei a ver sites dos Estados Unidos onde as pessoas postavam os ângulos as suas medidas de ROM, mas como tinham me dito, o melhor é controlar a falta de paciência e esperar, devo ter usado o goniômetro umas duas vezes só.

5.3-Consolidação da fratura

Depois de um período, tentando recuperar a musculatura, por mais que você não tenha conseguido recuperá-la, você começa a atentar também para a consolidação da fratura. Nesse contexto, vários sites explicam a formação da fibrose (calo mole), calo ósseo e depois a calcificação. Comecei a pesquisar se há algo que pode ser feito para acelerar a consolidação da fratura, então encontrei o link abaixo que fala sobre diferentes pontos:
http://www.betterbones.com/bonefracture/speedhealing.pdf
http://www.hindawi.com/journals/isrn.orthopedics/2012/689012/

5.4-Querer ficar bom logo…

A vontade de querer ficar bom logo é enorme e controlar essa ansiedade é muito difícil, por isso boa parte do tempo em que estava me recuperando passei fazendo pesquisas na internet sobre coisas que pudessem acelerar minha melhora. Abaixo listo alguns desses pontos.

Abaixo estão alguns suplementos alimentares que achei e respectivo racional de como o mesmo poderia ajudar, mas eu não usei e sempre deve-se falar com seu médico para confirmar o que pode ser usado:

6-Outros tópicos

6.1-Viagens pós-cirurgia

Conversando com meu médico, ele falou que pode apitar em aeroportos ou não. Para evitar qualquer problema, é sempre bom andar com um cd que mostre o seu raio x, esse é um procedimento padrão.

3 thoughts on “Fratura de úmero….

  1. Olá, gostaria de saber quanto tempo você precisou fazer fisioterapia e se seus movimentos voltaram ao normal? Meu esposo teve uma fratura gravíssima do úmero e já fez mais de 40 sessões de fisioterapia. Ele deve ter conseguido uns 30 % dos movimentos até agora. Muito obrigada!
    Ellen

    • Olá, bom dia. Sorry pela demora na resposta. Acho que fiz uns 3 meses de fisioterapia. Não sei se seu esposo ficou muito tempo parado, se foi operado, se o maior problema é o cotovelo, mas o resumo é que com achando o profissional certo e tendo paciência as coisas melhoram. Dependendo do caso, lembro que existe uma cirurgia que ajuda a ampliar o ROM do cotovelo, que é a parte mais complicada. Espero que seu esposo esteja melhor! Abraço.

  2. Ele precisou fazer cirurgia, foi dois dias após a fratura, colocou uma placa e 9 parafusos. No cotovelo não teve nada graças a Deus! Ficou 30 dias com a tipóia e depois começou a fisio. Faz com uma profissional muito boa, a melhor da cidade mas ela disse que é demorado, deve ser porque a fratura foi muito grave. Diz que ele deve fazer mais umas 50 sessões mas que vai ficar bom, na previsão dela ele vai voltar 90% dos movimentos pois a placa vai limitar o restante. Ele ainda sente dor, não é dor aguda como antes mas incomoda, ele até evita movimentar muito o braço por isso. Muito obrigada 🙂 Abraço

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *